A obra resgata figuras históricas marcadas pelo desinteresse, coragem e sacrifício — valores que aprendeu ainda na infância, ouvindo histórias narradas por sua avó. Ao longo das 14 crônicas que compõem o livro, o autor propõe redimir o heroísmo, homenageando aqueles que contribuíram para tornar a humanidade mais nobre, e fazendo um apelo contra o esquecimento da beleza dos atos humanos.
Em ‘O dono dos corações’, por exemplo, destaca a autoconfiança de Napoleão Bonaparte e seu poder de convencimento. Já em ‘Bragança’, apresenta a altivez e a coragem de Dom Pedro I, características que, segundo o autor, chegavam a abalar até os adversários mais poderosos.
Já a crônica ‘Rolando usa a espada do Heitor’ oferece uma abordagem poética sobre o destino de um líder militar franco, que caminha ao encontro da morte — personificada como uma “mulher caprichosa” que o “ama acima de todos os outros homens”.



